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Apagões pelo Brasil: saiba quais foram os maiores - Distribuidora Cummins Minas LTDA (DCML)

Apagões pelo Brasil: saiba quais foram os maiores


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Cerca de 90% de toda a energia elétrica consumida no Brasil vem das hidrelétricas. As usinas de Itaipu e Belo Monte são conhecidas mundialmente por serem exemplos de produção de energia limpa, sendo responsáveis por grande parte do abastecimento das companhias de energia locais espalhadas pelas cinco regiões brasileiras.

No entanto, ao longos dos últimos 50 anos, a população presenciou alguns episódios de apagões pelo Brasil com consequências e transtornos severos em seu cotidiano.

De fato, situações como essa não estão no nosso controle. Afinal, inúmeros fatores podem acometer a forma que a energia elétrica chega às nossas casas, desde as condições climáticas até sobrecarga de energia.

Além deles, as dificuldades em fazer o abastecimento de forma eficiente e suficiente para todos os estados brasileiros é assunto constantemente debatido ao longo dos anos.

No texto de hoje, listamos alguns dos apagões ocorridos pelo Brasil desde a década de 1970 até os mais recentes, suas consequências para o setor econômico e político. Além disso, entenda o que pode ser feito para prevenir maiores danos e transtornos em meio a falhas no abastecimento da rede elétrica local.

Confira quais foram os maiores apagões ocorridos pelo Brasil.

Anos 70

Em 1970, diversos bairros da cidade de São Paulo e municípios vizinhos ficaram até três horas sem energia elétrica devido ao apagão de origem na estação transformadora de Pirituba. Trânsito caótico e paralisação total das indústrias foram algumas das consequências causada pelo rompimento de um cabo de 230 mil volts, e que também interrompeu as atividades da usina hidrelétrica de Furnas.

Em 1972, um princípio de incêndio em uma das usinas de Paulo Afonso, na Bahia. Além da capital baiana, que foi a mais prejudicada, outras cidades do Nordeste também foram afetadas com o apagão: Campina Grande, Natal, Fortaleza, João Pessoa, Maceió, Aracaju e Recife tiveram seu sistema telefônico prejudicado. Em Salvador, os hospitais tiveram que criar alternativas de atendimento aos pacientes durante o apagão – alguns partos foram realizados sob a luz de velas. Mais de 20 milhões de brasileiros foram atingidos por esse episódio, que durou das 17 até as 22h.

Anos 80

Em 17 de setembro de 1985, aconteceu um dos maiores apagões do Brasil. Estima-se que foram mais de 12 milhões de pessoas atingidas em sete estados das regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste, mais o Distrito Federal. O incidente foi consequência da sobrecarga de energia na estação da cidade de São Roque, interior paulista, causando o desligamento das hidrelétricas do Rio Parnaíba.

Três anos mais tarde, mais um apagão atingiu a região Centro-Oeste, desta vez, as cidades do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Após forte tempestade que castigou os cariocas, os raios atingiram a subestação de Furnas (Vale do Paraíba), deixando cerca de 66% destes estados sem luz elétrica durante 1 hora.

Anos 90

Em 15 de agosto de 1998, oito milhões de pessoas ficaram sem luz elétrica no Rio de Janeiro. A causa foi erro técnico que ocasionou desligamento da subestação da região metropolitana da capital fluminense. 90% do bairros do Centro e Zona Sul do Rio de Janeiro e 70% dos bairros da Baixada, Zona Norte e Zona Oeste foram atingidos, além do sul de Minas Gerais e parte do Espírito Santo.

Em 1999, aconteceu mais um grande apagão. Cerca de 60% do país (Sul, Sudeste, Centro-Oeste e alguns estados do Norte) e parte do Paraguai ficou sem energia elétrica causada após um raio atingir a subestação da Companhia Energética de São Paulo (CESP). 76 milhões de pessoas ficaram às escuras naquela noite de quinta-feira.

Anos 2000

Entre 2000 e 2002, durante o governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso, havia uma preocupação quanto ao consumo e transmissão de energia no Brasil. A falta de chuva regulares e de investimentos eficientes no setor estabeleceu uma grave crise energética no país. À época, o chamado “racionamento” decretou a redução voluntária de, no mínimo, 20% no consumo diário de energia elétrica, sob a justificativa de gerar maior economia de energia e, consequentemente, prevenir quanto ao risco iminente de cortes no abastecimento.

As péssimas condições climáticas causada por chuvas intensas que atingiram a cidade paulista de Itaberá, onde está localizado a subestação de Furnas e as linhas de transmissão da Usina de Itaipu, ocasionou o maior apagão da história do país. Em 10 de novembro de 2009, a falha de três linhas de transmissão deixou 90 milhões de pessoas sem energia elétrica. A explicação do ocorrido na época foi rodeado de polêmicas. Em 7 horas de blecaute, diversas capitais registraram problemas no abastecimento de água.

Na tarde do dia 10 de fevereiro de 2010, estados das regiões Norte e Nordeste tiveram o abastecimento de energia elétrica interrompido. À época, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), ocorreu uma pane na linha de transmissão que liga as duas regiões afetadas. A Paraíba e o Rio Grande do Norte foram os estados mais afetados, sendo que no RN, 146 municípios ficaram sem luz elétrica.

No ano seguinte, o Nordeste foi afetado por mais um apagão. Foi identificada uma falha na subestação Luiz Gonzaga, que fica na divisa entre Bahia e Pernambuco. Ao todo, oito estados ficaram sem energia elétrica por até 5 horas, na madrugada do dia 3 para 4 de fevereiro. Foi considerado o maior blecaute sofrido pela região.

Em agosto de 2013, uma queimada ocorrida em uma fazenda do interior do Piauí atingiu duas linhas de transmissão de energia, o que ocasionou, mais uma vez, a interrupção da rede elétrica da região Nordeste. Dessa vez, os nove estados foram completamente atingidos.

Mas, se não há como prever um apagão, o que fazer para resguardar o ambiente em situações como esta?

Para prevenir o sistema elétrico do ambiente (industrial, corporativo, comercial ou prestador de serviços de qualquer nicho) de uma eventual queda na transmissão de energia local, é aderir a uma fonte alternativa de energia – isso é possível através do grupo gerador.

Como vimos na linha do tempo, durante os diversos apagões ocorridos no Brasil, alguns hospitais tiveram suas atividades interrompidas. É difícil não imaginar a preocupação dos profissionais de saúde com os pacientes em atendimento e nas inúmeras vidas em completo estado de vulnerabilidade ali internadas correndo risco de vida, pois os equipamentos de monitoramento pararam de funcionar pela falta de eletricidade.

Já nas indústrias, uma pane na rede elétrica interrompe produção em larga escala, além de danificar as máquinas e demais ferramentas de uso nas atividades diárias, gerando atrasos na conclusão do trabalho e, consequentemente, prejuízo financeiro significativo.

A boa notícia é que a grande maioria destes lugares mantêm um gerador de energia em suas dependências para garantir que todas as operações dependentes da eletricidade, estejam sob controle.

Geralmente, esses equipamentos são ativados imediatamente após identificada a falha na transmissão da rede elétrica local. Portanto, a presença de um gerador de energia vai trazer maior segurança e autonomia para o ambiente mantendo toda a iluminação e funcionamento das máquinas e ferramentas que dependem da eletricidade para operar até a situação normalizar.

Para evitar outros apagões de grandes proporções pelo Brasil, é necessário rever novas formas de geração e transmissão de energia elétrica, pois, segundo as projeções para o futuro elétrico no país, existe a possibilidade de acontecer um novo episódio de racionamento semelhante ao ocorrido em 2001.

Além disso, estima-se que o Brasil corre o risco de enfrentar escassez de energia entre os anos de 2021 e 2022. Porém, felizmente, existem maneiras de evitar este problema, como por exemplo, o investimento em fontes renováveis para gerar eletricidade. Para entender melhor sobre este assunto, leia agora este artigo sobre como evitar o problema de escassez de energia no Brasil.

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